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quarta-feira, 4 de março de 2009

WTO PUBLIC FORUM 2009: “GLOBAL PROBLEMS, GLOBAL SOLUTIONS: TOWARDS BETTER GLOBAL GOVERNANCE”, 28 - 30 SEPTEMBER 2009

At a time of global financial crisis, a downturn in the global economy, and with protectionism on the rise, the Forum has a more important role than ever to play in finding global solutions. This year's Forum will look in particular at the role of the multilateral trading system and the Doha Round of negotiations within the context of the current global economic crisis.

Civil society representatives interested in organizing a session during the 2009 Public Forum should fill out the Call for Proposals Form before 1 May 2009.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

USDA reduz projeções para demanda de grãos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) voltou a revisar para baixo suas estimativas para a demanda mundial de grãos nesta safra 2008/09, em parte por causa de restrições na oferta de alguns países produtores e também em virtude da desaceleração econômica global em curso.
Para o milho, a queda da demanda global em relação à projeção de janeiro foi de 0,7, para 777,47 milhões de toneladas. O volume segue acima do total calculado para o ciclo 2007/08, e como a produção mundial também foi reduzida sobretudo em razão da quebra da safra argentina, os estoques finais mundiais permaneceram estáveis.
Nesse cenário, o Brasil aparece como o segundo maior exportador do grão do planeta, à frente da Argentina. O USDA calcula que o país exportará 9,5 milhões de toneladas, perdendo apenas para os americanos (44,45 milhões).
No caso do trigo, o ajuste contemplado no relatório de oferta e demanda divulgado ontem foi pequeno - 0,2% em relação à previsão de janeiro, para 652,41 milhões de toneladas - e o patamar permanece bem acima do registrado na temporada 2007/08.
O USDA espera um consumo menor em países como Argentina, Marrocos, Nigéria, Venezuela e Vietnã. Particularmente na Argentina, a queda prevista decorre, em parte, do tombo da produção, em razão da mesma seca que afetou o milho.
Para a soja, o USDA passou a estimar consumo global de 226,62 milhões de toneladas, 1,9% menos que o previsto em janeiro. Como realça Renato Sayeg, da Tetras Corretora, com a correção a demanda passou a ser menor que a da temporada anterior, o que ainda não havia ocorrido nesta década.
Como o USDA reduziu a projeção para a safra brasileira em 2008/09 de 51,5 milhões para 49,5 milhões de toneladas em virtude da seca na região Sul e a Argentina sofreu ainda mais com o clima, os EUA tendem a fortalecer sua liderança nas exportações do grão.
Sayeg também destacou que, pela primeira vez em mais de um ano, o USDA ajustou para baixo a estimativa de consumo de óleo de soja para a produção de biodiesel nos EUA, em uma movimento relacionado ao contexto recessivo e à queda das cotações do petróleo.
Na bolsa de Chicago, principal referência global para as cotações das três commodities agrícolas mais negociadas no mercado internacional, o relatório de ontem do USDA teve influência sobre as oscilações observadas, mas a decepção dos traders e analistas em relação ao pacote americano de socorro anunciado teve peso maior.
A maior queda relativa foi a do trigo. Os contratos futuros com vencimento em maio, que ocupam a segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez), fecharam a US$ 5,69 por bushel, em baixa de 9 centavos de dólar. No mercado de soja, maio encerrou a sessão de Chicago a US$ 10,0025 por bushel, 7,25 centavos de dólar a menos do que na véspera. No caso do milho, a baixa foi bem mais moderada: maio recuou 1 centavo de dólar e fechou o dia a US$ 3,87 por bushel.
Fernando Lopes, de São Paulo

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Produtores brasileiros de frango têm dificuldade de exportar para Líbia e Argélia

Argel (Argélia) - Os produtores de frango do Brasil terão que trabalhar muito para conseguir convencer os governos da Argélia e da Líbia a reduzir as tarifas de importação. Nestes países, o frango é produzido em larga escala para abastecer o mercado interno e os governos dão subsídios aos produtores.O representante da Sadia em Dubai, Nicolas Daher, que acompanha a delegação brasileira de empresários em visita ao norte da África para estreitar as relações comerciais com o Brasil, reconhece que o caminho é difícil, mas diz que os produtores e distribuidores de frango brasileiros vão continuar as conversas. “Além da vontade de exportar, estamos oferecendo consultoria para melhorar a qualidade do frango produzido na Líbia e na Argélia, mas, por enquanto não obtivemos sucesso”, disse ele.Após participar de seminário entre empresários brasileiros e argelinos, hoje (27) em Argel, capital da Argélia, o ministro da Indústria e Promoção dos Investimentos da Argélia, Abdel Hamid Temmar, praticamente descartou a possibilidade do governo argelino reduzir as tarifas para que os brasileiros possam exportar seu frango.“Cada vez que um país exporta, sempre pede a supressão dos direitos alfandegários, mas a Argélia não importa carne branca do Brasil e de nenhum outro país. Já importamos carne bovina de vocês e o desejo atual é de transferir tecnologia com o cruzamento de raças que possam sobreviver nas terras da Argélia. O fato de importar carne branca é positivo para a Argélia, porque queremos reduzir nossas importações”, disse Adbel Temmar.

Fonte: Agência Brasil de Notícias
(Cristiane Ribeiro)