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sexta-feira, 20 de março de 2009

SC expande as vendas de suínos

Rússia começa a inspecionar frigoríficos a partir de hoje para habilitar a compra da carne catarinense

Depois de retirar o embargo à carne suína catarinense em novembro de 2007, a Rússia decidiu finalmente inspecionar frigoríficos no Estado e habilitar pontos de abate para exportação.

A falta de credenciamento das indústrias era o principal problema enfrentado pelos produtores de Santa Catarina para escoar a produção ao mercado russo. A partir de hoje, um grupo de técnicos do Ministério da Agricultura vai fiscalizar dez plantas frigoríficas com o objetivo de conceder o aval para as negociações internacionais. As inspeções devem durar duas semanas.

– O ministério já contava com um aumento nas exportações neste ano e deve melhorar ainda mais com essa notícia – avaliou o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz.

A possível liberação dos frigoríficos catarinenses é a primeira notícia positiva para o setor em meio às dificuldades enfrentada pelos criadores de suínos no Estado.

Criadores enfrentam problemas com a crise

Por causa da crise econômica mundial, nos últimos meses os suinocultores vêm enfrentando problemas com o aumento dos estoques e a consequente queda no preço da carne. Estima-se que 10 mil toneladas de carne estejam paradas no porto de Itajaí .

Desde a queda do embargo, os produtores catarinenses precisavam abater os animais em outros estados para terem acesso ao mercado russo. Agora, ficou previsto para 1º de maio a visita de uma missão russa ao Brasil para discutir o aumento de cotas de exportação e confirmar a liberação do abate em frigoríficos catarinenses.

O governador Luiz Henrique da Silveira estava em Brasília, ontem, quando recebeu a notícia do presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto.

Maior produtor de suínos do país, com 5,8 milhões de cabeças abatidas em média por ano, SC não exportava carne à Rússia desde 13 de dezembro de 2005, quando foram descobertos focos de febre aftosa no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

ROBSON BONIN | BRASÍLIAFonte: CLICRBS

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Produtores brasileiros de frango têm dificuldade de exportar para Líbia e Argélia

Argel (Argélia) - Os produtores de frango do Brasil terão que trabalhar muito para conseguir convencer os governos da Argélia e da Líbia a reduzir as tarifas de importação. Nestes países, o frango é produzido em larga escala para abastecer o mercado interno e os governos dão subsídios aos produtores.O representante da Sadia em Dubai, Nicolas Daher, que acompanha a delegação brasileira de empresários em visita ao norte da África para estreitar as relações comerciais com o Brasil, reconhece que o caminho é difícil, mas diz que os produtores e distribuidores de frango brasileiros vão continuar as conversas. “Além da vontade de exportar, estamos oferecendo consultoria para melhorar a qualidade do frango produzido na Líbia e na Argélia, mas, por enquanto não obtivemos sucesso”, disse ele.Após participar de seminário entre empresários brasileiros e argelinos, hoje (27) em Argel, capital da Argélia, o ministro da Indústria e Promoção dos Investimentos da Argélia, Abdel Hamid Temmar, praticamente descartou a possibilidade do governo argelino reduzir as tarifas para que os brasileiros possam exportar seu frango.“Cada vez que um país exporta, sempre pede a supressão dos direitos alfandegários, mas a Argélia não importa carne branca do Brasil e de nenhum outro país. Já importamos carne bovina de vocês e o desejo atual é de transferir tecnologia com o cruzamento de raças que possam sobreviver nas terras da Argélia. O fato de importar carne branca é positivo para a Argélia, porque queremos reduzir nossas importações”, disse Adbel Temmar.

Fonte: Agência Brasil de Notícias
(Cristiane Ribeiro)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Brasil abrirá mercado ao trigo russo para diminuir dependência da Argentina

16/01/09

O Brasil abrirá seu mercado ao trigo da Rússia, com a intenção de diversificar suas fontes de abastecimento do cereal e depender cada vez menos da Argentina, informou hoje o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O órgão explicou que o Brasil apresentou esta semana em Berlim, na Alemanha, o resultado de sua análise de risco de pragas para a importação do grão da Rússia, um dos grandes produtores mundiais.
O secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Inácio Kroetz, chefe da missão que foi à Alemanha, explicou que, no encontro com os russos, "foram definidos critérios técnicos que atendem aos interesses brasileiros tanto de qualidade quanto de segurança fitossanitária".
"A abertura ao trigo certamente se refletirá no fortalecimento do comércio bilateral em produtos agropecuários como um todo", disse Kroetz.
Os dois países também criaram um grupo de entendimento para a área vegetal, que discutirá temas bilaterais do comércio como o trigo russo e a exportação de soja do Brasil.
"A criação deste grupo ampliará o comércio bilateral agropecuário", destacou o secretário.
Ele ressaltou que a Rússia é um grande exportador de trigo e adubos, enquanto o Brasil quer aumentar sua importação desses produtos e as vendas de carne bovina, de porco e de aves, soja e frutas para esse mercado.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Confinamento brasileiro já é maior que o da Austrália

20/01/2009 20:31:30

Em 2004 o Brasil passou a ser o maior exportador de carne bovina do mundo, superando a Austrália. Agora também passou à frente dos australianos em número de bovinos confinados. Na verdade, isso já havia acontecido em 2007.

De acordo com o Meat and Livestock Austrália (MLA), a Austrália confinou, em 2008, 2,13 milhões de cabeças bovinas, um recuo de 11% em relação às 2,4 milhões de cabeças de 2007 e de 19% em relação ao recorde de 2008 (2,62 milhões de cabeças).

O Brasil, porém, de acordo com estimativas da Scot Consultoria, confinou algo em torno de 2,73 milhões de cabeças no ano passado, um aumento de 7% em relação às 2,55 milhões de cabeças de 2007. No início do ano esperava-se um crescimento em torno de 20%, mas que não foi registrado em função dos aumentos de custo e do arrefecimento das expectativas relacionadas aos preços do boi gordo para o final de 2008, principalmente a partir do segundo semestre.

Em 2006 o Brasil havia confinado, ainda de acordo com a Scot, 2,13 milhões de cabeças bovinas. Atrás, portanto, da Austrália.

As perspectivas para o confinamento em 2009, bem como as questões técnicas e econômicas relacionadas a ele, farão parte das discussões do 4º Encontro Confinamento: Gestão Técnica e Econômica, organizado pela Scot Consultoria e pela Coan Consultoria, a ser realizado em março.

Para mais informações acesse www.gestaoconfinamento.com.br ou entre em contato com a FUNEP: 16 3209 1300. (FTR)

Fonte: Scot Consultoria www.scotconsultoria.com.br

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Chilenos conferem sistema de defesa animal de estados brasileiros.

Terminou dia 5 de dezembro, a visita de uma missão chilena ao Rio Grande do Sul. Em dois dias, técnicos do serviço oficial de certificação sanitária em expedição ao Brasil estiveram em Uruguaiana e Bagé. O objetivo foi reafirmar o tratado de exportação com o Rio Grande do Sul, atualmente ao único estado brasileiro apto a exportar carne para o Chile. Segundo o diretor do Departamento de Produção Animal (DPA) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, Cláudio Dagoberto Bueno, a vinda dos chilenos ao Estado ocorreu para assegurar a sanidade da carne gaúcha. "Eles estão sempre atentos, porque o Chile possui uma ausência natural de Febre Aftosa", explica.
Os chilenos conferiram o Sistema de Vigilância Sanitária Animal do Estado. E Bueno defendeu que a instalação de computadores com acesso à internet, vinculado a um software de controle do rebanho, permite um maior e qualificado monitoramento da circulação viral da febre aftosa, assistência vacinal, agilidade na documentação, entre outros benefícios. A missão do Chile em visita no Brasil ainda passará pelos estados de Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo com o intuito de ampliar seu mercado importador de carne.

Fonte : Agrolink

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Atrás de novos mercados

Os exportadores buscam alternativas em mercados emergentes para driblar a crise gerada pelo embargo da União Européia à carne brasileira.

O Brasil já se firmou como o maior exportador mundial de produtos pecuários. Só em 2007, o país arrecadou 13% a mais que em 2006.
Apesar dos bons resultados obtidos nos últimos anos, as exportações de carne bovina encontram uma série de dificuldades para conquistar mercados mais exigentes. A principal reclamação de quem exporta se refere às exageradas exigências feitas pelos países importadores e aos altos impostos de importação, além das oscilações do câmbio.
Setor pecuário
Para compensar as restrições momentâneas da União Européia, os produtores já começaram a redirecionar suas vendas ao mercado interno, mas também a investir em marketing para melhorar a imagem de nossa pecuária no mercado externo. “Devemos investir na diferenciação de estratégias de mercado para cada bloco econômico, pois as negociações devem ser feitas de acordo com a situação dos países importadores”, diz Luiz Carlos de Oliveira, diretor do Departamento de Negociações Internacionais na área de Saúde Animal, do Mapa.

Exportações avícolas
Para o presidente da União Brasileira de Avicultura, UBA, Zoe Silveira diz que o que prejudica as exportações brasileiras desse segmento é a falta de cuidado com a defesa sanitária. "temos que ter a credibilidade de volta para nossa cadeia produtiva", afirma. Ele também denuncia a falta de organização técnica do setor de defesa sanitária. " As regras de inspeção estão sempre mudando, o que causa insegurança nos países importadores.

Exportação suinícola
Para tentar amenizar o problema de comunicação entreo Mapa e as associações exportadoras, não só para suínos, mas para toda a pecuária,o governo já lançou um protocolo denominado Adido Agrícola, que tem por finalidade estabelecer uma relação formal nas negociações comerciais por meio de uma padronização das regras de importação e exportação, que também contará com a participação do Itamarati.


(Por Ricardo Maia; Foto: Alf Ribeiro)
Artigo resumido da Revista Panorama Rural
Março/2008
p. 22-25

Brasil dá mais um passo para ampliar exportações de carne bovina.

Brasil dá mais um passo para ampliar exportações de carne bovina

O País deu mais um passo para ampliar as exportações de carne bovina. Terminou, na última sexta-feira (12), a missão do governo chileno de duas semanas que avaliou os sistemas brasileiros de saúde animal e de saúde pública veterinária, com visitas às unidades locais de atenção veterinária e 18 frigoríficos de cinco estados (São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás). O diretor da Área Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), Jorge Caetano, considerou positiva a missão. "Os servidores da SDA que acompanharam os representantes do serviço veterinário chileno nas visitas a campo consideraram-nas muito satisfatórias", enfatizou. Conclusões - A partir de agora, o Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) do Chile vai emitir um relatório com as conclusões da missão. Este documento deverá apontar os frigoríficos brasileiros que serão habilitados para exportação ao mercado chileno. A expectativa é que o relatório seja finalizado no início do próximo ano. Atualmente, apenas o Rio Grande do Sul e Santa Catarina exportam carne bovina para o Chile. De janeiro a novembro deste ano, foram exportados o equivalente a US$ 16,65 milhões de carne bovina. Os produtos do agronegócio mais exportados para aquele país são os florestais (US$ 147 milhões), café (US$ 29,4 milhões) e cereais, farinhas e preparações (US$ 27,5 milhões). Ao todo, as vendas externas para o Chile totalizaram US$ 384, 33 milhões neste ano. (Mapa)

http://www.camp.coop.br/noticias.htm?codigo=4716