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segunda-feira, 30 de março de 2009

Doenças da banana são mapeadas em Rondônia

27/03/2009 15:15:05

Ela é a fruta mais vendida no mundo, tem o Brasil como terceiro maior produtor e é cultivada em mais de uma centena de países. Mas, até chegar no consumidor, a banana esteve sujeita a mais de 20 doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematóides, que em alguns casos causam a perda de toda a plantação.

Uma parceria da Embrapa com a Agência de Defesa Silvipastoril de Rondônia (Idaron) tem permitido que as doenças da bananeira no estado amazônico sejam identificadas, mapeadas e monitoradas. É um passo importante para a redução dos prejuízos e o aumento de produtividade.

Os trabalhos começaram em 2004. Técnicos da Idaron percorrem o Estado e recolhem amostras de plantas com sintomas de doença. Os materiais são devidamente acondicionados e encaminhados ao Laboratório de Fitopatologia da Embrapa Rondônia, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A partir daí, começa o trabalho de identificação do patógeno, o causador da doença. O primeiro passo é a limpeza do material, para a retirada de microorganismos da parte externa, que possivelmente não são os reais causadores da doença. Em seguida, as amostras são colocadas em meio de cultura para que fungos e bactérias se desenvolvam, facilitando a identificação.

Os resultados obtidos em cinco anos de monitoramento mostram que, apesar de estar sujeita a mais de duas dezenas de doenças, a cultura da banana em Rondônia é afetada principalmente por três delas: sigatoka-negra, mal-do-panamá e moko-da-bananeira. Juntas, elas são apontadas pelos pesquisadores como as principais responsáveis pela baixa produtividade média anual do Estado, que é de 8,4 toneladas por hectare, consideravelmente inferior à média nacional, 14 t/ha/ano.

Fungos e bactérias

De acordo com o pesquisador Cléberson de Freitas Fernandes, da Embrapa Rondônia, a principal doença da bananicultura no Estado é a sigatoka-negra. Mas isso não é exclusividade de Rondônia. Desde que foi descoberta, em 1963, no distrito de Sigatoka, nas Ilhas Fiji, a doença se transformou na mais grave ameaça mundial à cultura da banana. Em Rondônia, foi identificada pela primeira vez há dez anos, no município de Porto Velho.

Causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis (fase sexuada) e Paracercospora fijiensis (fase anamórfica), a sigatoka-negra ataca as folhas da bananeira. Os primeiros sintomas aparecem na face inferior da folha, como estrias de cor marrom, que evoluem para a cor preta. Provoca rápida destruição da folha, reduzindo a capacidade fotossintética e a produtividade da planta.

O mapa da ocorrência de sigatoka-negra em Rondônia mostra um aumento progressivo do número de municípios atingidos. Em 2004, a doença foi identificada em nove municípios. No ano seguinte, outros sete foram marcados no mapa. Atualmente, dos 26 municípios monitorados, apenas cinco não apresentaram amostras contaminadas.

Outra doença que chamou a atenção dos pesquisadores pelo aumento do número de municípios afetados foi o moko-da-bananeira. Causada por uma bactéria, a doença é crítica pelo alto poder de destruição e pela ausência de remédios ou de variedades resistentes ou tolerantes. De acordo com o pesquisador José Roberto Vieira Júnior, da Embrapa Rondônia, no primeiro ano de estudo, a doença foi identificada apenas em Governador Jorge Teixeira e Alvorada do Oeste. Atualmente, foi comprovada a ocorrência em 14 municípios.

Os pesquisadores ainda não sabem se o aumento no número de municípios atingidos é resultado da disseminação da doença ou se os casos aumentaram em função de uma maior capacidade de identificação e monitoramento. O fato é que o moko-da-bananeira pode comprometer toda a plantação e que são necessárias medidas de controle. Quando a doença é diagnosticada, é preciso eliminar a planta infectada e retirar também as bananeiras vizinhas, criando uma clareira sanitária. Também é necessária a higienização das ferramentas. Um facão contaminado pode disseminar a bactéria.

A terceira doença que apresenta grandes prejuízos é o mal-do-panamá. Causada por um fungo, a doença afeta de forma implacável a variedade de banana maçã, bastante apreciada pelo mercado. A saída é utilizar variedades resistentes, que dispensam a utilização de fungicidas. Em Rondônia, o mal-do-panamá é a segunda doença mais grave para o cultivo da banana.

Os pesquisadores preparam esse ano um comunicado técnico sobre a ocorrência do mal-do-panamá no Estado. O trabalho será publicado pela Embrapa Rondônia. Nos próximos meses, o objetivo é aumentar o número de municípios monitorados. Até 2010, os pesquisadores pretendem cobrir todo o Estado, para a elaboração do diagnóstico completo das doenças na cultura da banana em Rondônia.

Daniel Medeiros
Embrapa Rondônia
www.cpafro.embrapa.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Expodireto: Basf mostra identificador de doenças e simulador de rentabilidade

12/03/2009 13:53:12
A Basf levará soluções e tecnologias para a proteção das lavouras e aumento de produtividade e da rentabilidade dos produtores para a edição 2009 da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS.

Com o simulador de rentabilidade o objetivo é contribuir com uma moderna e eficiente ferramenta que possibilitará ao usuário calcular com precisão a rentabilidade de sua lavoura. “O produtor poderá visualizar, de forma individual, uma estimativa do retorno líquido da lavoura, antes mesmo do início do plantio. Com o simulador, o produtor poderá fazer um comparativo de rentabilidade e decidir pelo melhor tratamento. Como por exemplo, lançando a estimativa de produtividade (sacas por hectare), o preço da saca de soja, o tamanho da área e o custo do tratamento com fungicida, ele terá as informações antecipadamente e poderá se programar objetivando maximizar seus investimentos”, diz Cássio Greghi, Gerente de Marketing Brasil de Cultivos Extensivos da BASF.

Para diagnosticar as doenças que atacam as lavouras, a BASF apresentará o DIGILAB, um sistema que auxilia na identificação dos sintomas das principais doenças em diferentes tipos de cultivos. Com um microscópio digital, capaz de aumentar a imagem em até 200 vezes, o Digilab traz um software com banco de dados e imagens das principais doenças. Algumas amostras de parte das plantas, como folhas e hastes, são suficientes para o produtor obter o diagnóstico seguro da lavoura. “Simples de utilizar, portátil e de rápido resultado, o Digilab é uma ferramenta inovadora no mercado e que é disponibilizada pelos Gestores de Produtividade, profissionais capacitados pela BASF para operar o equipamento”, destaca Sérgio Zambon, Gerente de Desenvolvimento de Mercado de Proteção de Cultivos da BASF no Brasil.

Durante o evento, o agrônomo e professor do departamento de Produção Vegetal da ESALQ/USP - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da Universidade de São Paulo, Antonio Luiz Fancelli, fará palestras abordando o controle das principais doenças do milho e efeitos fisiológicos, nos dias 18 e 19 de março. “Nas pesquisas que venho acompanhando por todo país, o uso da mistura em um produto formulado com fungicidas triazol e estrobilurinas tem sido a ferramenta mais eficiente no controle da mancha-branca e a cercosporiose, doenças que podem comprometer de 15 a 50% da produção de milho se não forem controladas. Os resultados são excepcionais, com ganhos de 7 a 35 sacas por hectare“, explica Fancelli.

O Rio Grande do Sul é um dos mais importantes produtores de grãos do Brasil. O Estado tem lugar de destaque na produção de soja, milho, trigo, arroz e demais produtos. Segundo o presidente da Cotrijal, Ney César Mânica o cenário agrícola hoje é muito positivo. “O clima no Rio Grande do Sul está bom, gerando uma expectativa para a próxima safra de ótimos resultados”.

Áreas demonstrativas de soja, milho e feijão

Soluções de manejo para o controle das principais pragas e doenças serão apresentadas pela BASF em áreas demonstrativas nos cultivos de soja, milho e feijão desde o tratamento de sementes. O inseticida Standak®, destaque no portfólio para o tratamento de sementes, controla as principais pragas de solo e permite que se tenha um stand adequado para obtenção de altos rendimentos, enquanto o Imunit®, é o inseticida que atua no controle de importantes lagartas em diferentes estágios.

O fungicida Opera® é indicado para o manejo das principais doenças da soja e do milho, além de oferecer benefícios AgCelence™, que podem conferir maior produtividade e rentabilidade ao produtor. O herbicida Alteza® 30 SL é recomendado para o controle de trapoeraba, picão preto, apaga fogo e outras plantas infestantes nas lavouras de soja.

De acordo com a empresa, o Amplo® é o único produto para controle de plantas daninhas de folhas largas no mercado destinado exclusivamente ao cultivo de feijão. O herbicida de fácil manejo, auxilia na eliminação da mato-competição de plantas daninhas de difícil controle como guanxuma, leiteiro, corda-de-viola e trapoeraba.

Além dos produtos em destaque, a equipe de técnicos da BASF estará à disposição para apresentar o portfólio completo de produtos para soja, milho, trigo e feijão.

Informações adicionais: www.agro.basf.com.br

Fonte: CL-A Comunicações / Telefone: (11) 3082-3977

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Fundecitrus amplia equipe de conscientização de citricultores

13/02/2009 13:16:53

O Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura) acaba de contratar sete engenheiros agrônomos e um técnico agrícola para trabalhar na conscientização de citricultores sobre a necessidade de combater doenças e pragas de citros. Os novos funcionários estão sendo treinados para iniciar suas atividades a partir de março, nas regiões de Jales, José Bonifácio, Novo Horizonte, Guarantã, Bebedouro, Conchal e Artur Nogueira.

De acordo com o supervisor do Fundecitrus Francisco Maschio, as novas contratações vão ampliar o trabalho de conscientização que está sendo desenvolvido pela entidade desde 2005, após o surgimento do greening no Brasil.

Em 2009, em conformidade com a missão do Fundecitrus, a equipe ampliará suas atividades ligadas à educação fitossanitária, abordando outros temas como o uso correto de descarte de embalagens de agrotóxicos, regulagens de maquinário e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), respeitando o homem e o meio ambiente.

Além dos citricultores, os eventos promovidos pela equipe atingirão outros públicos, como estudantes de colégios técnicos agrícolas e universidades. O objetivo é qualificar mais profissionais em busca de melhores resultados no combate e manejo das doenças.

“Nosso objetivo agora é atender com mais frequência e eficácia as solicitações e responder da mesma forma às dúvidas dos produtores dentro dessas regiões, onde ainda não tínhamos escritórios”, afirma Maschio.

Com as novas contratações, o Fundecitrus vai ampliar sua equipe para 20 engenheiros agrônomos e três técnicos agrícolas que atuarão na conscientização de produtores e no combate de doenças e pragas de citros.

Raquel Rodrigues
Com Texto Comunicação Corporativa
(16) 3324-5300

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Fundecitrus oferece mestrado em controle de pragas e doenças

02/02/2009 18:39:13

O Fundecitrus abre inscrições para a formação da primeira turma de mestrado profissionalizante em “Controle de Doenças e Pragas dos Citros” a partir do dia 9 de fevereiro. A pós-graduação stricto sensu, com início no dia 4 de maio, terá duração de dois anos e é destinada a engenheiros agrônomos, biólogos e profissionais de nível superior que atuam no manejo de pragas e doenças dos citros.

O curso, aprovado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do Ministério da Educação e Cultura, tem por objetivo ampliar o nível de conhecimento dos profissionais que atuam no campo e o número de pessoal qualificado para agir de forma mais eficiente no manejo das pragas e doenças dos citros. As informações são do pesquisador do Fundecitrus e idealizador do projeto, Sílvio Lopes. “Precisamos de mais gente qualificada para auxiliar os citricultores nos problemas fitossanitários”, afirma.

As aulas serão dadas por oito pesquisadores do Departamento Científico do Fundecitrus, todos doutores e especialistas em suas áreas de atuação. Professores e pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa como a Faculdade de Ciências Agrárias da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Jaboticabal e a Esalq (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz”), da Universidade de São Paulo, participarão do curso.

Serão abertas 15 vagas para a primeira turma. “A seleção dos candidatos será realizada mediante análise de currículo, histórico escolar e entrevista”, diz Lopes.

As aulas teóricas e práticas serão dadas uma vez por semana, às segundas-feiras, das 8 às 17 horas nas dependências do Fundecitrus e no campo.

Os interessados nas vagas disponibilizadas devem enviar seu currículo anexado à ficha de inscrição, disponível no site www.fundecitrus.com.br a partir do dia 9 de fevereiro até o dia 21 de março de 2009.

Serviço
Período de inscrições: de 9 de fevereiro a 21 de março
Início das aulas: 4 de maio
Investimento: Uma matrícula de R$500,00 e 24 mensalidades de R$500,00 (pagas em dois anos)


Mais informações: www.fundecitrus.com.br


Raquel Rodrigues
Com Texto Comunicação Corporativa
(16) 3324-5300