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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Cursos de graduação que oferecem disciplinas na área de Defesa Agropecuária

Levantamento dos cursos de graduação de todo o país (Agronomia, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária, Engenharia Agrícola e Zootecnia) que apresentam em suas grades curriculares disciplinas relacionada com a área de Defesa Agropecuária, como: Defesa Sanitária Animal, Defesa Sanitária Vegetal, Defesa Florestal, Defesa dos Sistemas Agrícolas, Ecologia e Defesa do Meio Ambiente e Defesa Fitossanitária.

As seguintes Universidades com seus respectivos cursos apresentaram uma das disciplinas citadas acima em suas grades curriculares:

Centro Federal de Educação Tecnológica de Cuiabá - CEFET CUIABÁ - Agronomia

Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí - Factu - FACTU - Agronomia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS – Agronomia

Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI - Agronomia

Universidade Federal do Paraná - UFPR - Agronomia

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC - Agronomia

Universidade de Brasília – UnB - Agronomia

Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL - Agronomia

Centro Universitário da Grande Dourados - UNIGRAN - Medicina Veterinária

Centro Universitário Moura Lacerda - CUML - Medicina Veterinária

Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória - Uniguaçu - Medicina Veterinária

Faculdade de Itapiranga - SEI/FAI - Medicina Veterinária

Faculdade Doutor Francisco Maeda - FAFRAM - Medicina Veterinária

Faculdades Integradas dos Campos Gerais - CESCAGE - Medicina Veterinária

Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT - Medicina Veterinária

Universidade Iguaçu - UNIG - Medicina Veterinária

Universidade Regional de Blumenau - FURB - Engenharia Florestal

Universidade do Contestado - UnC - Engenharia Florestal

Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI - Engenharia Agrícola

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Atrás de novos mercados

Os exportadores buscam alternativas em mercados emergentes para driblar a crise gerada pelo embargo da União Européia à carne brasileira.

O Brasil já se firmou como o maior exportador mundial de produtos pecuários. Só em 2007, o país arrecadou 13% a mais que em 2006.
Apesar dos bons resultados obtidos nos últimos anos, as exportações de carne bovina encontram uma série de dificuldades para conquistar mercados mais exigentes. A principal reclamação de quem exporta se refere às exageradas exigências feitas pelos países importadores e aos altos impostos de importação, além das oscilações do câmbio.
Setor pecuário
Para compensar as restrições momentâneas da União Européia, os produtores já começaram a redirecionar suas vendas ao mercado interno, mas também a investir em marketing para melhorar a imagem de nossa pecuária no mercado externo. “Devemos investir na diferenciação de estratégias de mercado para cada bloco econômico, pois as negociações devem ser feitas de acordo com a situação dos países importadores”, diz Luiz Carlos de Oliveira, diretor do Departamento de Negociações Internacionais na área de Saúde Animal, do Mapa.

Exportações avícolas
Para o presidente da União Brasileira de Avicultura, UBA, Zoe Silveira diz que o que prejudica as exportações brasileiras desse segmento é a falta de cuidado com a defesa sanitária. "temos que ter a credibilidade de volta para nossa cadeia produtiva", afirma. Ele também denuncia a falta de organização técnica do setor de defesa sanitária. " As regras de inspeção estão sempre mudando, o que causa insegurança nos países importadores.

Exportação suinícola
Para tentar amenizar o problema de comunicação entreo Mapa e as associações exportadoras, não só para suínos, mas para toda a pecuária,o governo já lançou um protocolo denominado Adido Agrícola, que tem por finalidade estabelecer uma relação formal nas negociações comerciais por meio de uma padronização das regras de importação e exportação, que também contará com a participação do Itamarati.


(Por Ricardo Maia; Foto: Alf Ribeiro)
Artigo resumido da Revista Panorama Rural
Março/2008
p. 22-25