segunda-feira, 2 de março de 2009
Defesa Agropecuária: Mapa e Fonesa traçam diretrizes para 2009
A harmonização das ações de defesa agropecuária nas esferas nacional e estadual foi a pauta principal da reunião entre representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa) e do Fórum Nacional dos Executores de Defesa Agropecuária (Fonesa), quinta-feira (26), em Brasília.
Na primeira reunião do ano, diretores dos departamentos da SDA e dos órgãos executores de Defesa Agropecuária em 16 estados traçaram uma estratégia comum nas áreas de saúde animal, sanidade vegetal, inspeção de produtos de origem animal e rastreabilidade.
“O Fonesa é um fórum necessário para discutir e harmonizar estratégias que constituem a base para as políticas públicas de defesa agropecuária e as garantias à nossa certificação”, afirmou o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz.
O Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi) foi um dos principais pontos discutidos no encontro desta quinta-feira. O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) intensificará, durante o ano 2009, as auditorias orientativas com o objetivo de estimular a adesão dos estados ao sistema. “Nosso propósito é estimular os estados a formalizarem sua adesão ao Sisbi e, nesse sentido, a SDA tem procurado incrementar as auditorias para que os estados entendam o processo e o que precisa ser feito para obter essa adesão”, destacou o diretor do Dipoa, Nelmon Oliveira da Costa.
Aftosa - Para o diretor do Departamento de Saúde Animal, Jamil Gomes de Souza, o Fórum desempenha papel importante na execução das ações descentralizadas da Defesa Agropecuária. Prova disso é que, para que o Brasil seja reconhecido como livre de febre aftosa até 2010, os estados, principalmente os do Norte e Nordeste, devem se comprometer em participar do programa.
A sanidade vegetal também foi tema do encontro, com o aprofundamento das discussões sobre o status fitossanitário para pragas vegetais e a unificação do controle de trânsito de vegetais, seus produtos e subprodutos.
Fonesa – Criado em 1998, o Fórum representa todos os órgãos estaduais de defesa agropecuária. Seu objetivo é definir as diretrizes da política de sanidade animal e vegetal e promover a permanente articulação entre os órgãos de defesa agropecuária, com vistas ao desenvolvimento harmônico e integrado das ações de sanidade animal, vegetal e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos de origem animal e vegetal.
“Essa harmonia entre os órgãos executores e os departamentos da SDA é fundamental para o sucesso das ações de defesa agropecuária no Brasil. Sem isso, a defesa não existe”, enfatizou o presidente do Fonesa, Décio Coutinho.
Fonte: Mapa - www.agricultura.gov.br
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Dra. Angela Peres, do MAPA, passa a integrar o Grupo de Pesquisa "Defesa Agropecuária"
sábado, 24 de janeiro de 2009
Grupo de Pesquisa sobre Defesa Agropecuária é certificado e agora faz parte do diretório do CNPq
- Alexandre Moraes Pinheiro (UFRB, Cruz das Almas, BA)
- Jucimara Rodrigues dos Santos (ADAB, Salvador, BA)
- Andrey Pereira Lage (UFMG, Belo Horizonte, MG)
- Marcelo Barreto da Silva (UFES, São Mateus, ES)
- Angelo Pallini (UFV, Viçosa, MG)
- Marcos Gonçalves Lhano (UFRB, Cruz das Almas, BA)
- Antônio de Pádua Freire (IMA, Belo Horizonte, MG)
- Regina Lúcia Sugayama (Agropec, Belo Horizonte, MG)
- Ester Vilela de Andrade Gomide (Embrapa, Juiz de Fora, MG)
- Vitor Salvador Picão Gonçalves (UnB, Brasília, DF)
- Evaldo Ferreira Vilela (UFV, Viçosa, MG)
- Fernando Cezar Juliatti (UFU, Uberlândia, MG)
- Wilson José de Mello e Silva Maia (UFRA, Belém, PA)
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Agronegócio: adidos reforçam negociações internacionais em oito paises
Em Bruxelas, o adido agrícola acompanhará as negociações dos interesses bilaterais com os 27 países membros da União Européia, principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em Genebra, terão foco os temas relativos à Organização Mundial do Comércio (OMC) e outras organizações multilaterais localizadas naquela cidade.
As demais capitais da África, Ásia, América do Norte e Europa, representam países com grande interesse comercial de importação de produtos do agronegócio brasileiro. A exceção fica por conta de Buenos Aires, uma vez que a Argentina é o principal exportador de produtos agrícolas ao mercado brasileiro.
O profissional será selecionado pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE) e designado pelo presidente da República. O adido agrícola deve ser um servidor público, com curso superior completo, fluência em idioma estrangeiro e ter concluído o curso preparatório ministrado pelo Instituto Rio Branco. As informações são do Mapa.
(RR)
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/safra/2009/01/02/agronegocio+adidos+reforcam+negociacoes+internacionais+em+oito+paises+3232903.html
Reunião para apresentação de resultados e planejamento de ações para o primeiro semestre de 2009
As atividades realizadas em 2008 concentraram-se fortemente em ações de articulação com universidades para a criação de cursos de Mestrado Profissional em Defesa Agropecuária. A equipe do projeto visitou instituições em todas as regiões do Brasil, o que resultou na submissão de oito propostas de Mestrado Profissional para o edital 064/2008 do CNPq, voltado para Defesa Agropecária. Destas, quatro foram recomendadas em primeira chamada.
Foram apresentados também os resultados da etapa de Prognóstico, durante a qual foi feita a análise de documentos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, setor privado, CGEE para identificação de gargalos no sistema de defesa agropecuária no Brasil. Os resultados serão sumarizados em um relatório, em breve.
Para o primeiro semestre de 2009, estão programadas as seguintes ações:
:: Prospecção tecnológica e mapeamento de ICTs com projetos de pesquisa e desenvolvimento em Defesa Agropecuária
:: Levantamento das demandas do MAPA e dos órgãos executores de Defesa Agropecuária nos estados
:: Visão dos órgãos de fomento sobre o tema de Defesa Agropecuária
:: Levantamento de gargalos identificados por representantes do setor produtivo
:: Continuidade das ações em capacitação através da proposição de cursos de Mestrado Profissional em Defesa Agropecuária
:: Desenvolvimento de um portal web 2.0 sobre Defesa Agropecuária
A equipe agradece a todos os colegas que contribuíram para o sucesso no primeiro semestre do projeto.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Cursos de graduação que oferecem disciplinas na área de Defesa Agropecuária
Levantamento dos cursos de graduação de todo o país (Agronomia, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária, Engenharia Agrícola e Zootecnia) que apresentam em suas grades curriculares disciplinas relacionada com a área de Defesa Agropecuária, como: Defesa Sanitária Animal, Defesa Sanitária Vegetal, Defesa Florestal, Defesa dos Sistemas Agrícolas, Ecologia e Defesa do Meio Ambiente e Defesa Fitossanitária.
As seguintes Universidades com seus respectivos cursos apresentaram uma das disciplinas citadas acima em suas grades curriculares:
Centro Federal de Educação Tecnológica de Cuiabá - CEFET CUIABÁ - Agronomia
Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí - Factu - FACTU - Agronomia
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS – Agronomia
Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI - Agronomia
Universidade Federal do Paraná - UFPR - Agronomia
Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC - Agronomia
Universidade de Brasília – UnB - Agronomia
Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL - Agronomia
Centro Universitário da Grande Dourados - UNIGRAN - Medicina Veterinária
Centro Universitário Moura Lacerda - CUML - Medicina Veterinária
Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória - Uniguaçu - Medicina Veterinária
Faculdade de Itapiranga - SEI/FAI - Medicina Veterinária
Faculdade Doutor Francisco Maeda - FAFRAM - Medicina Veterinária
Faculdades Integradas dos Campos Gerais - CESCAGE - Medicina Veterinária
Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT - Medicina Veterinária
Universidade Iguaçu - UNIG - Medicina Veterinária
Universidade Regional de Blumenau - FURB - Engenharia Florestal
Universidade do Contestado - UnC - Engenharia Florestal
Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI - Engenharia Agrícola
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Defesa Agropecuária ganha novo modelo para controlar a qualidade dos produtos
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
ONU investiga porcos contaminados com vírus ebola-reston nas Filipinas
Fazenda com 5.000 animais está de quarentena próximo a Manila. País suspendeu em dezembro as exportações de carne suína.
Fonte: G1
Hong Kong: caso de gripe aviária é diagnosticado em bebê
Nesta terça-feira, mesmo dia em que os mercados de Hong Kong retomaram o comércio de frangos vivos, após 21 dias de proibição, um bebê de dois meses foi diagnosticado com o vírus de gripe aviária H9N2 - vírus diferente do H5N1 que matou 250 pessoas na Ásia desde 2003.
Segundo a TV de Hong Kong, o centro local de Proteção da Saúde assinalou que se desconhecia ainda a origem do contágio.
O vírus diagnosticado na menina é "substancialmente diferente" ao mortífero H5N1, segundo o médico Thomas Tsang.
Ele acrescentou que nos últimos 10 anos só se registraram na cidade quatro casos semelhantes, e que todos eles se recuperaram plenamente.
A bebê foi internada na semana passada em um hospital da região administrativa especial chinesa, mas recebeu alta em 24 horas e sua família voltou para casa, em Shenzhen, no Cantão, região do sul da China.
Entretanto, ela piorou e precisou voltar a ser internada
Nenhum outro membro da família apresenta sintomas da infecção. Segundo Tsang, o mais provável é que o bebê tenha se infectado pelo contato com aves vivas de granja.
Como a incubação aconteceu durante sua estadia em Shenzhen, as autoridades locais trabalham com as de Cantão para tentar descobrir a origem do contágio.
Por outra parte, os mercados da ex-colônia britânica retomaram o comércio de frangos vivos hoje, quando terminam as três semanas de suspensão impostas pelas autoridades sanitárias locais depois do alerta de um surto da gripe aviária H5N1 em uma fazenda de Hong Kong.
EFE
Fonte: Terra Notícias
Mulher teria morrido vítima de gripe aviária em Pequim
Uma mulher de Beijing, que supostamente teria contraído gripe aviária, morreu na segunda-feira, anunciou o Departamento de Saúde Pública da capital chinesa.
A mulher, de sobrenome Huang e com idade desconhecida, faleceu às 7h20 de ontem, de acordo com a mesma fonte.
Huang, nativa da província de Fujian, sudoeste da China, comprou nove patos em um mercado na província de Hebei, no norte do país e vizinha de Beijing, de acordo com o departamento municipal.
No total, 116 pessoas tiveram contatos com a falecida, entre elas uma enfermeira. Esta teve febre, mas se recuperou rapidamente.
A capital chinesa já informou o caso à Organização Mundial da Saúde e às autoridades de saúde pública nas regiões administrativas especiais de Hong Kong e Macau.
Na noite de segunda-feira, foi realizada uma reunião para discutir o caso de Huang.
Agência Xinhua
Vietnã confirma novo caso de gripe aviária
As autoridades do Vietnã confirmaram nesta quarta-feira a detecção de um novo foco de gripe aviária em uma fazenda de frangos da região norte do país, onde uma menina de oito anos adoeceu devido ao vírus.
Segundo o Ministério da Agricultura, o foco causou a morte de cerca de 400 aves e obrigou as autoridades a sacrificar outras oito mil no distrito de Ba Thuoc, na província de Thanh Hoa, a cerca de
Com esse, já são dois os focos de gripe aviária surgidos na região norte do Vietnã, onde, no ano passado, morreram cinco pessoas por causa do vírus H5N1.
O Ministério da Saúde informou também que a menina permanece no hospital atingida pela doença da gripe aviária, que aparentemente foi contraída quando ela teve contato com frangos infectados.
O Vietnã registrou 106 casos do vírus H5N1 em pessoas desde que se detectou sua existência em dezembro de 2003, o que faz dele o segundo país com maior incidência da doença depois da Indonésia.
EFE
Crise ameaça luta contra doenças de origem animal
A luta contra as doenças animais é uma questão econômica e sanitária preocupante tanto para os países ricos como para os países pobres, mas os meios de luta destes últimos correm o risco de tropeçar na crise econômica, advertiu nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).
"As epizootias como a gripe aviária e principalmente o desenvolvimento sem precedente dos intercâmbios em escala mundial implicam que atualmente um único país possa colocar em perigo o resto do planeta", destacou o diretor-geral da OIE Bernard Vallat em entrevista à imprensa em Paris.
"Na Grã-Bretanha, a reintrodução da febre aftosa por meio de uma bandeja de comida que transitou por um aeroporto custou 10 bilhões de libras esterlinas ao governo", recordou. "É necessário detectar as epizootias cedo porque uma doença pode avançar várias dezenas de quilômetros por dia e seu custo de erradicação é exponencial", destacou Vallat.
Portanto, é do interesse dos países ricos investir nos países pobres para ajudar a erradicar seus focos de contaminação e a adotar medidas preventivas necessárias para garantir uma boa saúde a seus rebanhos. "Os intercâmbios mundiais vão continuar, apesar da crise, a níveis sem precedentes em relação há dez anos", declarou Vallat.
Entre as ameaças para a segurança alimentar, ele citou o problema extremamente grave da diminuição das populações de abelha, conseqüência direta da globalização. A diminuição do número de abelhas, que garantem a polinização de inúmeras espécies vegetais, pode levar os países pobres a uma redução da produção agrícola.
Em geral, 75% das doenças emergentes que acometem o homem têm origem animal, e algumas delas, como a febre do vale do Rift, ampliam sua difusão devido ao aquecimento climático.