25/03/2009 15:20:56
“As ações para erradicar a febre aftosa não são novas e são conhecidas pelos serviços veterinários dos estados, declarou, nesta manhã, a coordenadora do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Francianne Assis.
“Estamos seguindo normas internacionais e, sem cumprir todas as etapas, não será possível mudar o status sanitário das regiões Norte e Nordeste”, completou.
A coordenadora participa da reunião do Circuito Pecuário Nordeste, em Fortaleza, com representantes dos órgãos de defesa agropecuária dos sete estados que integram o circuito, além das associações de produtores e da indústria de medicamentos veterinários.
Francianne Assis informou que a maior parte das ações articuladas entre o governo federal e os estados nordestinos está em andamento desde julho de 2008 com o objetivo de melhorar o status sanitário da região. Ela apontou como medidas essenciais para garantir a erradicação da doença o cadastramento das propriedades rurais, controle de movimentação de animais, ampliação da vacinação assistida, fiscalização da revenda de vacinas e a criação do fundo emergencial de recursos.
O Mapa é responsável pelo reconhecimento de áreas livres da febre aftosa com e sem vacinação. Para tanto, o ministério avalia as condições técnicas e a estrutura dos serviços veterinários estaduais, por meio de auditoria.
Ao final da reunião, serão estabelecidas metas para o cumprimento das ações pendentes nos estados. Hoje, apenas Bahia e Sergipe são reconhecidos como livres da febre aftosa com vacinação na região. A meta do Brasil é erradicar a doença até 2010.
Fonte: Mapa - www.agricultura.gov.br
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quinta-feira, 26 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Mapa discute estratégias para erradicar febre aftosa
20/03/2009 15:44:17
Nestas terça (24) e quarta-feira (25), o secretário de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa), Inácio Kroetz e representantes dos serviços veterinários estaduais do Circuito Pecuário Nordeste se reúnem, em Fortaleza/CE, para discutir estratégias de erradicação da febre aftosa na região. O Brasil definiu como meta a erradicação da doença em todo o seu território até 2010.
Na ocasião, serão apresentadas também as ações desenvolvidas pelos estados para alcançar um melhor status sanitário. Atualmente, somente Sergipe e Bahia são livres de febre aftosa com vacinação na região. Rio Grande do Norte, Pernambuco e Maranhão são classificados como risco médio para a doença e os demais estados possuem risco desconhecido.
Em todo o País, 14 estados e o Distrito Federal são livres de aftosa com vacinação e Santa Catarina é reconhecido como livre da doença sem vacinação. Isso significa que 59% do território e 89% do rebanho bovino brasileiro estão em área livre da enfermidade.
Compõem o Circuito Pecuário Nordeste os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.
Serviço
Reunião do Circuito Pecuário Nordeste
Dias: 24 e 25 de março
Local: Hotel Praiano, Avenida Beira Mar, nº 2.800, Meireles, Fortaleza/CE
Hora: Das 14 às 18h do dia 24 e das 8h às 12h do dia 25
Fonte e informações adicionais: Mapa - www.agricultura.gov.br
Nestas terça (24) e quarta-feira (25), o secretário de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa), Inácio Kroetz e representantes dos serviços veterinários estaduais do Circuito Pecuário Nordeste se reúnem, em Fortaleza/CE, para discutir estratégias de erradicação da febre aftosa na região. O Brasil definiu como meta a erradicação da doença em todo o seu território até 2010.
Na ocasião, serão apresentadas também as ações desenvolvidas pelos estados para alcançar um melhor status sanitário. Atualmente, somente Sergipe e Bahia são livres de febre aftosa com vacinação na região. Rio Grande do Norte, Pernambuco e Maranhão são classificados como risco médio para a doença e os demais estados possuem risco desconhecido.
Em todo o País, 14 estados e o Distrito Federal são livres de aftosa com vacinação e Santa Catarina é reconhecido como livre da doença sem vacinação. Isso significa que 59% do território e 89% do rebanho bovino brasileiro estão em área livre da enfermidade.
Compõem o Circuito Pecuário Nordeste os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.
Serviço
Reunião do Circuito Pecuário Nordeste
Dias: 24 e 25 de março
Local: Hotel Praiano, Avenida Beira Mar, nº 2.800, Meireles, Fortaleza/CE
Hora: Das 14 às 18h do dia 24 e das 8h às 12h do dia 25
Fonte e informações adicionais: Mapa - www.agricultura.gov.br
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Chile reconhece sete estados brasileiros como livres de aftosa
27/02/2009 14:11:20
O governo do Chile reconheceu os Estados brasileiros de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Rondônia como livres de febre aftosa com vacinação, abrindo caminho para a retomada das vendas de carne bovina brasileira, suspensas desde os casos da doença em outubro de 2005, no Mato Grosso do Sul e no Paraná.
A informação foi dada quinta-feira (26/02) por Otávio Cançado, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), que a recebeu de importadores chilenos.
Em meados de 2006, o Chile retomou as importações do Rio Grande do Sul, mas vinha resistindo à reabertura dos outros Estados. O Mato Grosso do Sul, porém, segue sem o reconhecimento chileno. Isso, apesar de até a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ter devolvido o status de área livre de aftosa com vacinação ao Estado em julho do ano passado.
Ainda que o reconhecimento dos sete Estados pelos chilenos seja positivo, Cançado observou que ainda falta a habilitação pelo Chile de frigoríficos que possam exportar carne bovina àquele mercado. Segundo ele, quando esteve no país, em novembro do ano passado, a missão chilena visitou 18 frigoríficos de bovinos.
O Chile chegou a importar 100 mil toneladas de carne bovina do Brasil por ano e foi um dos maiores clientes do país. A avaliação de Cançado é de que o Brasil consiga, no mínimo, repetir esse volume à medida em que as exportações forem retomadas.
Fonte: Valor Econômico
Divulgação: Agência CNA - http://www.cna.org.br
O governo do Chile reconheceu os Estados brasileiros de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Rondônia como livres de febre aftosa com vacinação, abrindo caminho para a retomada das vendas de carne bovina brasileira, suspensas desde os casos da doença em outubro de 2005, no Mato Grosso do Sul e no Paraná.
A informação foi dada quinta-feira (26/02) por Otávio Cançado, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), que a recebeu de importadores chilenos.
Em meados de 2006, o Chile retomou as importações do Rio Grande do Sul, mas vinha resistindo à reabertura dos outros Estados. O Mato Grosso do Sul, porém, segue sem o reconhecimento chileno. Isso, apesar de até a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ter devolvido o status de área livre de aftosa com vacinação ao Estado em julho do ano passado.
Ainda que o reconhecimento dos sete Estados pelos chilenos seja positivo, Cançado observou que ainda falta a habilitação pelo Chile de frigoríficos que possam exportar carne bovina àquele mercado. Segundo ele, quando esteve no país, em novembro do ano passado, a missão chilena visitou 18 frigoríficos de bovinos.
O Chile chegou a importar 100 mil toneladas de carne bovina do Brasil por ano e foi um dos maiores clientes do país. A avaliação de Cançado é de que o Brasil consiga, no mínimo, repetir esse volume à medida em que as exportações forem retomadas.
Fonte: Valor Econômico
Divulgação: Agência CNA - http://www.cna.org.br
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Mapa divulga calendário de vacinação contra a febre aftosa
08/01/2009 14:12:27
Está disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento o calendário nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2009. A maioria dos estados (AC, AP, AM, BA, ES, GO, MA, MG, MT, MS, PA, PI, PR, RJ, RO, RS, SP, SE e TO) e o Distrito Federal devem vacinar o rebanho de bovinos e bubalinos nos meses de maio e novembro. Outros estados (AL, CE, PB, PE, RN e RR) vacinam nos meses de abril e outubro. O estado de Santa Catarina é livre de febre aftosa sem vacinação.
O Rio Grande do Sul, que vacinava nos meses de janeiro (todo o rebanho) e junho (animais com idade abaixo de 24 meses), passará a imunizar o rebanho em maio e novembro. Para garantir uma transição segura, foi mantida a etapa de janeiro de 2009.
A mudança atende um pleito do serviço veterinário e dos criadores do estado e unifica a vacinação do Rio Grande do Sul com os estados da zona livre de febre aftosa do Brasil e com o Uruguai. O novo calendário evita o manejo do rebanho no mês de janeiro, caracterizado por calor e seca intensos, e facilita o trânsito de animais e o controle nas fronteiras.
O Paraná continuará a vacinar bovinos e bubalinos em maio e novembro, sendo que, a partir de 2009, a etapa de maio será voltada apenas para os animais com idade abaixo de 24 meses.
Em doze municípios do Amazonas, na região da calha do rio Amazonas, será realizada vacinação no período de 16 de fevereiro a 31 de março e o recadastramento dos rebanhos de bovinos e bubalinos. A ação faz do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa – PNEFA.
O calendário de 2009 pode ser acessado no site do Mapa.
Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?id=27866
Está disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento o calendário nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2009. A maioria dos estados (AC, AP, AM, BA, ES, GO, MA, MG, MT, MS, PA, PI, PR, RJ, RO, RS, SP, SE e TO) e o Distrito Federal devem vacinar o rebanho de bovinos e bubalinos nos meses de maio e novembro. Outros estados (AL, CE, PB, PE, RN e RR) vacinam nos meses de abril e outubro. O estado de Santa Catarina é livre de febre aftosa sem vacinação.
O Rio Grande do Sul, que vacinava nos meses de janeiro (todo o rebanho) e junho (animais com idade abaixo de 24 meses), passará a imunizar o rebanho em maio e novembro. Para garantir uma transição segura, foi mantida a etapa de janeiro de 2009.
A mudança atende um pleito do serviço veterinário e dos criadores do estado e unifica a vacinação do Rio Grande do Sul com os estados da zona livre de febre aftosa do Brasil e com o Uruguai. O novo calendário evita o manejo do rebanho no mês de janeiro, caracterizado por calor e seca intensos, e facilita o trânsito de animais e o controle nas fronteiras.
O Paraná continuará a vacinar bovinos e bubalinos em maio e novembro, sendo que, a partir de 2009, a etapa de maio será voltada apenas para os animais com idade abaixo de 24 meses.
Em doze municípios do Amazonas, na região da calha do rio Amazonas, será realizada vacinação no período de 16 de fevereiro a 31 de março e o recadastramento dos rebanhos de bovinos e bubalinos. A ação faz do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa – PNEFA.
O calendário de 2009 pode ser acessado no site do Mapa.
Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?id=27866
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Gripe das aves e febre aftosa preocupantes.
Segundo OIE, o mundo deve se prevenir adequadamente contra estas doenças.
Redação (12/01/2009)
No balanço anual da OIE, Vallat afirmou que não seria "surpreendente" se este ano aparecessem novos casos humanos de gripe aviária em países com a amplitude da China, apesar dos sistemas de controle e vacinação estarem atuando de forma adequada.
De acordo com a OIE, o número de casos da doença em humanos, causada pelo vírus H5N1, caíram de 28 em 2007 para 22 em 2008. A febre aftosa, altamente contagiosa, continua preocupante, tal como a doença das vacas loucas.
A febre aftosa continua sendo a "maior prioridade" entre as preocupações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), afirmou Bernard Vallat, diretor da entidade. Ele também não descarta o aparecimento de novos casos de gripe das aves neste ano.
No balanço anual da OIE, Vallat afirmou que não seria "surpreendente" se este ano aparecessem novos casos humanos de gripe aviária em países com a amplitude da China, apesar dos sistemas de controle e vacinação estarem atuando de forma adequada.
De acordo com a OIE, o número de casos da doença em humanos, causada pelo vírus H5N1, caíram de 28 em 2007 para 22 em 2008. A febre aftosa, altamente contagiosa, continua preocupante, tal como a doença das vacas loucas.
FONTE: Redação Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial, com dados Correio da Manhã - Lisboa (Portugal)
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